Faça perguntas, não faça milagres

Quando eu recebo uma demanda de trabalho, tenho alguns procedimentos básicos, ou melhor… alguns princípios. Mas não se enganem: não são tábuas de salvação que vieram prontas ou algo que tirei de algum livro. São mais uma observação do que faço, olhando retrospectivamente pra a minha carreira profissional.

Outro dia, caminhando e passando na frente de um boteco, vi um cara encher o peito e dizer “Eu tenho ética! Eu sou ético! É – T – I – C -O!”, com toda ênfase que podia, o que lhe conferia um ar completamente charlatão.

Vou lhes poupar disso, não vou subir num palanque. Esses dois procedimentos (va lá, deve ter palavra melhor) que listo abaixo, eu recomendaria a quem quisesse ouvir alguma coisa de valor, à guisa de conselho profissional.

Não opero milagres.

E por sorte, não é o que me pedem, usualmente. Se ainda assim você acha que isso é um bom cartaz pra botar na sua banca, boa sorte!

Procuro fazer as perguntas certas.

Ao invés de procurar ter sempre certeza e uma opinião formada, geralmente uso o método socrático (hein! gostaram disso?). Afinar as perguntas tende a levar a melhores decisões e, consequentemente, a melhores resultados.

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