Lições de Design: leia os livros e/ou aprenda na marra

O bom de ler os livros de designers mais experientes é que a gente pode evitar de cometer os mesmos erros que eles. É o caso desse livro aqui, Design is a Job, de Mike Monteiro.

O autor, designer experimentado, dá vários macetes da profissão, principalmente sobre aqueles que tendem a ser assuntos mais delicados: dinheiro, contratos, como apresentar o trabalho ao cliente… (obs.: com o tempo devem deixar de ser delicados, mas sempre vão requerer atenção).

Ele também não deixa de alertar: mesmo sabendo o que não fazer, nada nos impede de cometer os mesmos erros. É aquela pedagogia do “só tomando na cabeça mesmo”. Já aconteceu comigo em relação a pelo menos uma das questões abaixo:

Quem aprova, ou quem está envolvido no processo de aprovação?

Em geral, a pessoa ou setor que lhe demanda o trabalho é aquela que aprova ou intermedia a aprovação. É importante saber quem mais pode estar envolvido nesse processo. Isso evita situações como essa: no meio do caminho você descobre que o seu trabalho também depende da avaliação de um outro setor e de uma agência de propaganda.

Nesse caso, o mais interessante é buscar se envolver com essas pessoas diretamente, e não só por intermédio do seu contato, fomentando a colaboratividade e cortando o “telefone sem fio”.

Qual a finalidade do trabalho?

Pode parecer uma pergunta banal, afinal, os clientes já sabem pra que eles precisam de um determinado trabalho, certo? Alguns não. E mesmo com os que sabem, é importante confirmar: qual a sua necessidade? “Vender mais˜, ˜Fortalecer a marca˜,  “Divulgar o telefone e a localização da loja”, e assim por diante. A resposta pode até indicar que  você não é o profissional que o cliente precisa naquele momento.

Quem paga, ou quem é responsável pelo pagamento?

Essa é especial para os casos de freelances. Nem sempre quem paga é aquela pessoa que valida o seu trabalho. Depende do tamanho da empresa cliente… se é grande, quase 100% de chances de não ser a mesma pessoa.

Mike Monteiro é enfático (e eu apóio): jamais tenho vergonha de falar sobre dinheiro com o cliente. Com isso em mente, levante os possíveis fatores que possam impedir o pagamento e coloque-os na mesa o mais cedo possível, de preferência diretamente com a pessoa responsável (financeiro).

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